Me Descobri Gay Com Meu Primo

Rodrigo, um jovem de 24 anos, vive uma intensa descoberta sobre sua sexualidade. Durante uma tarde na praia com seu primo, ele encontra um homem que despertará desejos e emoções nunca antes exploradas. Este conto se desenrola em uma série de encontros cheios de tensão, desejo e autoconhecimento.

por Redação
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Introdução

Saudações a todos. Me chamo Rodrigo. Tenho aproximadamente 180 cm de altura, 74 kg, pele clara, cabelos castanhos claros e olhos verdes. Desde meus 9 ou 10 anos comecei a entender por que era diferente dos demais garotos na forma de pensar e agir. Não que eu tivesse comportamentos afeminados ou coisas do tipo; gostava de esportes, fazia coisas de meninos, porém sabia que havia algo fora do padrão de um menino em mim.

Pouco tempo depois, comecei a ter curiosidades. Via homens nas ruas, professores, vizinhos e afins. Ao invés de ter essas reações pré-adolescentes com professoras e vizinhas atraentes, lá estava eu, observando a beleza masculina. Tive o tempo de negação, as tentativas inúteis de levar uma vida heterossexual, tudo aquilo que a maioria de vocês conhecem—medo, culpa e tudo mais.

Comecei a pesquisar tudo sobre assuntos gays, descobri fotos, vídeos, dicas. Quando percebi, já andava depilado e fazia higiene anal para satisfação própria.

O Encontro

Minha história começa em 2005. Fui com meu primo Lucas à praia numa tarde muito quente. Como não era temporada nem final de semana, a praia estava com um número de pessoas consideravelmente baixo. Achamos um lugar legal, estendemos as toalhas e colocamos a mochila ali. Tirei minha roupa, ficando apenas com minha sunga branca pequena. Sentamos um pouco e notei, próximos a nós, um casal em suas toalhas e ao lado deles um moreno em uma cadeira de praia.

Resolvi me levantar e começar a passar protetor solar na minha pele branca, fazendo movimentos que expunham minha bunda para aquele moreno da cadeira. Notei que ele olhava, entendendo o que eu queria.

Eu e meu primo resolvemos entrar na água, começamos a brincar. Uma das brincadeiras era colocá-lo nos meus ombros e fazer força para ele saltar e mergulhar. Enquanto ele mergulhava, eu olhava para o moreno e via que ele também olhava em nossa direção. Num determinado momento, ele levantou da cadeira e pude ter mais certeza de como ele era gostoso. Estava num sungão branco, com pernas grossas, braços fortes, peitos perfeitos e uma barba de dois dias. O melhor era o pau meia-bomba escondido no sungão, que dava a impressão de ser grosso.

Ele entrou na água por um instante, olhou algumas vezes para mim, e eu, com o coração acelerado, também olhei para ele. Não demorou muito e ele saiu; pegou a cadeira e levou para um condomínio em frente à praia. O casal que estava com ele saiu alguns minutos depois, indo em direção ao condomínio também.

Fui embora com meu primo. Chegando em casa, bati zilhares de punhetas pensando naquele homem que devia ter em torno de 27 anos. Pensei comigo, ele deve estar passando uns dias na praia, vou voltar amanhã lá sozinho para ver.

O Reencontro

No dia seguinte, cheguei do colégio, almocei e corri para a praia. Chegando lá, decepção. Ele não estava. Deixei minha mochila ali e fui para a água, apenas parado, pulando ondas, desapontado, só pensando naquele moreno. De repente, levei um susto com algo esbarrando na minha perna embaixo da água. Aquele moreno surgiu da água na minha frente, logo se desculpando pelo esbarrão. Eu disse que não tinha problema, visivelmente atordoado com a situação e com a visão mais perfeita que eu podia ter naquele momento.

De cara, ele perguntou onde estava “o outro garoto” que estava comigo no dia anterior. Eu disse que naquele dia estava sozinho, e ele disse que também estava sem companhia, já que o irmão dele e a cunhada tinham ido conhecer outro canto da cidade. Perguntou se eu era natural “daqui”. Disse que sim, ele me disse ser de Curitiba e que iria passar uns tempos por aqui.

Descobrindo o Desejo

Aquele homem começou a me deixar à vontade na conversa, quando soltou que me viu olhando para ele ontem, perguntando se eu havia gostado dele. Eu, como bom branquelo, fiquei vermelho na hora e não soube o que dizer. Ele sorriu e disse que me achou lindo e que adoraria me conhecer, que não precisava ficar com vergonha dele. Depois disso veio o convite para conhecer o apartamento dele, para podermos conversar melhor sem sermos incomodados. Topei; afinal de contas, era o que eu queria.

Assim que entrei no apartamento, ele fechou a porta e ajeitou o pau por cima da sunga verde. Vi que estava meia-bomba outra vez. Ele, claro, percebeu que eu olhei inocentemente e sorriu de modo safado sem tirar a mão dali. Perguntou se eu aceitava algo para beber, aceitei uma água, estava muito nervoso.

Ele foi buscar a água, trouxe num copo, colocou na minha mão e não soltou o copo. Assim, nós dois segurando o copo, ele pegou meu pescoço com a outra mão e me puxou para ele, dando-me um beijo delicioso. Depois de aproximadamente 30 segundos, ele cessou o beijo, me olhou nos olhos e eu voltei a ficar vermelho. Só me lembro de tomar a água; em poucos goles esvaziei o copo.

Ele pegou o copo da minha mão, colocou na bancada e voltou a me beijar, dessa vez um beijo ainda mais ousado, passando as mãos pelo meu corpo até pousar nas minhas nádegas. Parou de beijar minha boca e instintivamente soltei um gemido e mordi os lábios. Ele, ofegante, começou a se esfregar em mim, deslizando as mãos por dentro da minha sunguinha, apertando minhas nádegas com aquelas mãos grandes e firmes, até começar com um dos dedos a esfregar meu cuzinho virgem e voltar a me beijar sem parar de mexer o dedo ali.

Ele parou de me beijar, olhou nos meus olhos e eu entendi o que ele queria. Comecei a beijar seu queixo, seu pescoço, dali fui com a língua até um dos mamilos, chupei, mordi de leve, passei para o outro e repeti. Ele gemeu e acariciou meus cabelos, empurrando-me levemente para baixo. Fui me agachando, lambendo a barriga e seguindo o caminho dos pelinhos até chegar à sunga. Pude ver um pau super grosso. Abaixei logo a sunga e saltou para fora um pau de uns 18 cm, grosso, com uma cabeça de dar medo, ainda mais para um virgem.

O Primeiro Contato

Lambi as bolas dele como via em vídeos, subi com a língua até a pontinha da cabeça e abocanhei de leve a cabeça. Os urros dele me estimularam e coloquei mais na minha boca. Babava no pau dele subindo e descendo; ele empurrava e acariciava minha cabeça. Tentei colocar o máximo, quando senti ele invadindo minha garganta, engasguei, tirei, mas não desisti. Tentei novamente, depois de engasgar algumas vezes, consegui finalmente engolir o pau dele. Ele fazia movimentos de vai-e-vem fodendo minha garganta, e eu descobrindo um dos maiores prazeres da vida.

Com muita vontade, mas morrendo de medo de perder a virgindade com ele, caprichei na chupada, mas ele não gozava. Chupei, chupei, chupei, meus lábios mais vermelhos que o comum, e ele me convidou para irmos para o quarto. Eu pensei, “ferrou, vou levar rola grossa e cabeçuda de cara”.

Chegamos ao quarto, ele me encoxando da porta até a cama. Caiu por cima de mim na cama e foi beijando meu pescoço e orelha. Logo depois foi beijando minhas costas, abaixando e em seguida tirando a minha sunga. Começou a acariciar e beijar minhas nádegas lisinhas e brancas. Num dado momento, ele afastou as nádegas e começou a lamber meu anelzinho. Perguntou se eu já havia dado. Eu olhei para ele e balancei a cabeça negativamente. Ele mordeu os lábios e começou a chupar loucamente meu cu, me fazendo delirar. Eu ali de bruços na cama, com ele com a cabeça enterrada na minha bunda, explorando meu cu com a língua.

Eu gemia, estava dominado naquele momento, queria levar vara de qualquer jeito e pedi para ele “me comer, por favor.. tira o meu cabacinho”. Ele levantou, foi até o banheiro, trouxe um frasco, abriu uma gaveta, pegou uma camisinha, encapou o pau e passou algo para lubrificar a camisinha e a entradinha do meu cuzinho. Me colocou de frente para ele com as pernas em seus ombros, me fazendo ficar na posição de franguinho assado. Se inclinou sobre mim, fazendo meu cu ficar todo à mostra e me beijou. Levantou-se, encaixou o pau na entrada e forçou a entrada daquele cabeção em mim. Eu só fechei os olhos, pressionei e uma lágrima fugiu quando a cabeça finalmente entrou. Ele veio para me beijar, abafando um gemido forte que ia saindo de mim.

Nossa, que dor! A língua dele enrolando na minha ia me fazendo relaxar, e ele voltava a forçar, me invadindo assim. Quando senti seus pentelhos na minha bunda, ele parou o beijo, se afastou o suficiente para eu poder ver seu sorriso e ler em seus lábios ele dizendo “lá se foi seu cabacinho”. Ele ficou parado uns 15 segundos, só sentindo as contrações do meu cuzinho, que apertava o pau dele sem parar. Ele começou a se movimentar, e eu estava com um certo desconforto a princípio. Os primeiros movimentos foram lentos, porém firmes. Meu cu começou a se acostumar com aquela grossura toda me invadindo e comecei a ter muito prazer, fazendo meu pau ficar duro novamente.

Ele começou a me comer de verdade, com movimentos mais fortes e rápidos, fazendo um barulho de foda sensacional. Eu gemia e ele também. Eu e ele começamos a suar, a mistura do suor em nossos corpos, o cheiro de sexo, tudo contribuía para aumentar o nosso tesão.

Eu já estava de quatro, e ele montado em cima de mim. Quando eu, não acreditando no que estava acontecendo, comecei a falar aos urros que ia gozar. O impressionante nisso é que nem toquei no meu pau. Sujei todo o lençol e ele deu mais algumas estocadas, tirou o pau lentamente de dentro de mim, jogou a camisinha no chão e veio para minha frente dar o pau para eu chupar. Fiquei de joelhos na cama e ele de pé. Coloquei na boca e ele segurou minha cabeça com as duas mãos, mandando eu colocar meus braços para trás.

Obedeci e ele começou a foder minha boca, deixando-a mais vermelha. Quando o pau começou a pular feito touro de rodeio na minha boca, ele começou a soltar urros e movimentar os quadris mais violentamente jorrando muito leite na minha boca, tento engolir o máximo, mas escapa um pouco pelo canto da boca… ele cai na cama com tudo, quebrando ela no meio, me dando um baita susto e começa a rir e me puxa pra perto dele, passando o dedo no canto da boca pegando a porra e colocando na minha boca, bebi tudo e ele voltou a me abraçar e beijar naquela cama quebrada.. ficamos abraçados uns minutos.. foi tempo suficiente para saber que em 1 dia ele estaria voltando para Curitiba, dizendo que queria ficar com meu fone e que com certeza voltaria para me ver, e ainda me convidou para sairmos no dia seguinte para nos despedirmos.

Depois desse papo e carinhos, fomos para o tradicional banho pós-foda onde rolou a tradicional chupada e mais uma gozada na boca… Beijos quentes e água escorrendo pelo corpos.

Depois de muitos beijos e abraços, pegação, petiscos e refrigerante no sofá ele me levou até o meu bairro, e me deu um beijo de despedida em uma das esquinas perto de onde moro.

Uma primeira vez inesquecível. E a segunda mais ainda!!!

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